Pró Moto 012 - Confira como foi nossa edição Dezembro 2019

Edição mostrou destaques do Salão de Milão e Salão Duas Rodas

Pró Moto 012 - Confira como foi nossa edição Dezembro 2019






BMW Motorrad apresenta novo motor

O motociclismo em sua mais pura essência, resgatando a tradição dos grandes clássicos da BMW Motorrad e misturando tradição e tecnologia sob a luz da era digital: essa foi a mensagem transmitida no Concorso d’Eleganza Villa d’Este, em maio deste ano, pelo conceito R18 e o seu enorme motor boxer — uma reinterpretação moderna dos propulsores boxer da marca produzidos nos anos 1960.

O coração da nova BMW R18 é um motor boxer de 2 cilindros totalmente novo, criado com o objetivo de elevar sua confiabilidade e facilidade de manutenção. Esse propulsor é o de maior capacidade já usado na produção de motocicletas da marca, com suas 1.800 cilindradas, quatro válvulas, bloco e transmissão feitos de alumínio e vidro, componentes de alumínio polido a mão e um moderno sistema de arrefecimento a ar e óleo.  

Em termos de desempenho, o motor gerenciado pela transmissão automática de seis velocidades e desenvolve 91 cavalos de potência a 4.750 rpm, com um torque máximo de 158 Nm já disponível a partir de 3.000 rpm. Apesar disso, o motor pesa apenas 110,8 quilos, já incluindo a caixa de câmbio e sistema de admissão, ressaltando a sua estética simples e funcional com proporções equilibradas e fluídas.

Bike Fest em Urubici reuniu mais de 2.700 motos

Mais de 2.700 motos, que vieram de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina; sete shows com diversas bandas durante os três dias do evento; dezessete expositores de motos, peças e acessórios; passeios pelas principais atrações turísticas da cidade e presença de mais de 50 moto-clubes de várias partes do Brasil.

Esse é o balanço da primeira edição do Bike Fest de Urubici, realizado nos dias 8, 9 e 10 de novembro, na charmosa cidade catarinense, localizada a 172 quilômetros da capital Florianópolis. As atrações lotaram hotéis e restaurantes, encheram as agendas das empresas de turismo e movimentaram o comércio local, gerando uma injeção financeira de mais de R$ 3 milhões na economia local.

"Nosso evento gerou mais de 200 empregos diretos e indiretos, pois priorizamos as empresas e os comerciantes locais”. - Miton Furtado, diretor da Production Eventos, organizadora do Bike Fest em Urubici (SC)

 

Para atender a todo esse público, a Production montou uma megaestrutura de 1.300 metros quadrados na Praça Caetano Vieira de Souza, onde o público teve entrada franca para acessar os 17 estandes dos expositores de fabricantes de motos (Honda e BMW), peças (Michelin) e acessórios (X11); a praça de alimentação, com comidas típicas e chope e cerveja da Backer; e o palco para os shows das bandas On The Road, Two Groove, Opala, Rafael Puerta Trio, Zé & Blues Band, Máfia S/A e Urubici Blues Jam. "O público lotou o espaço, gerando uma excelente movimentação financeira para os comerciantes e expositores. Por exemplo, durante os três dias do evento foram comercializadas dez motos”, ressalta Milton Furtado.

Os participantes também curtiram uma palestra do motociclista Daltro de Oliveira, que, em maio de 2017, fez uma viagem de moto de Itapema (SC) ao Alasca. Ele falou dessa "insana aventura”, que durou 73 dias, nos quais percorreu 25.000 quilômetros em companhia de outros dois amigos, com relatos que transportaram os participantes para o ambiente daquela incrível aventura.

O Bike Fest Urubici (SC) também proporcionou aos participantes passeios guiados pelos Moto Grupo de Urubici e elaborados especialmente para o público das duas rodas para locais de incrível beleza natural, como a Serra do Rio do Rastro, Serra do Corvo Branco, Morro do Campestre, Parque Cascata do Avencal, Cascata Véu de Noiva, Quedas do Avencal, Cânion Espraiado e outras tantas maravilhas naturais da região.

Foi a primeira edição Bike Fest em Urubici, que já acontece em São Lourenço e Tiradentes, há 27 anos. A organização é da Production Eventos, responsável pelo encontro também nas cidades mineiras. O diretor Milton Furtado disse que "alcançamos o nosso objetivo de público, número de motos e de movimentação financeira. Foi um evento pacífico, sem nenhuma ocorrência e em harmonia com a comunidade, que abraçou o Bike Fest. Agradecemos o apoio da prefeitura e da câmara municipal de Urubici, das polícias civil e militar, do corpo de bombeiros e de todos os patrocinadores”.

Milton Furtado afirmou que a segunda edição do Bike Fest de Urubici já está confirmada para 2020. "Estamos apenas definindo a data”.

 

BMW G 310 R ganha nova opção de cor

A BMW G 310 R ganhará neste mês uma nova opção de cor que ressalta ainda mais as suas linhas arrojadas e esportivas. Produzida na fábrica do BMW Group em Manaus (AM), a roadster pode ser adquirida na rede de concessionárias autorizadas da marca no País na cor vermelha. A nova tonalidade não altera os valores do modelo, que está com preço promocional de R$ 20.900,00.
 

 

 

 

Desenvolvida na Alemanha e produzida no Brasil, o modelo tem dimensões compactas e desenho arrojado, sem deixar de lado o espírito de uma verdadeira roadster caracterizado pela agilidade em ambiente urbano e vigor na estrada. O motor 313 cm³, refrigerado a água, com comando duplo de válvulas e injeção eletrônica de combustível, gera 34 cv de potência (a 9.200 rpm) e torque máximo de 28 Nm (disponíveis a 7.500 rpm).

Considerando seu baixo peso (158,5 kg), a roadster da BMW oferece uma condução ágil e divertida, ideal para encarar o trânsito das grandes cidades brasileiras. A nova opção de cor se junta às opções preta e tricolor. Lançado no Brasil em 2017, o modelo vem obtendo um excelente desempenho de vendas, colocando o País entre os top 3 em vendas mundiais.

 

 

 

Ducati apresenta a nova Diavel 1260 S

 

Anticonvencional, única, inconfundível. A Diavel surpreende pela sua personalidade, design e comportamento de naked esportiva aliado a um motor de alto desempenho.

A Diavel 1260 S, segunda geração desta moto tão especial, permanece fiel ao espírito original, retomando os seus elementos de estilo fundamentais, mas reinterpretando-os sob uma perspectiva decididamente contemporânea.

Agora a Diavel conta com linhas mais agressivas. É mais divertida de conduzir em qualquer tipo de estrada e ainda mais confortável, tanto para o condutor como para o passageiro. A sua alma sport naked é exponenciada por um motor Testastretta DVT 1262 que combina acelerações de tirar o fôlego com uma entrega de potência suave a baixas rotações, ideal para os trajetos do dia a dia ou para percursos mais longos.

As atualizações na ciclística tornam a Diavel ainda mais eficaz em estradas mistas, enquanto o elevado nível de equipamento de tecnologia e eletrônica proporcionam níveis de frenagem similar ao de uma moto esportiva (fazendo-o de forma segura, graças ao Cornering ABS da Bosch) além de uma fácil gestão da performance do motor.

O modelo S se diferencia por suas suspensões Öhlins, pinças radiais Brembo M50, rodas de alumínio forjado e mecanizado, quick-shift up&down, DRL (luz de visão diurna), sistema multimídia e estofamento exclusivo no banco.

Lançada em 2011, a Ducati Diavel trouxe importantes inovações ao universo das motocicletas, impressionando com seu desempenho e estilo. Seus 162cv proporcionaram um arranque admirável, com torque de 13,1 kgm @ 7.500 rpm, 1.580 mm de entre-eixos, pneu traseiro com 240 mm de largura e 240 kg de peso em ordem de marcha, fazendo jus ao nome escolhido, que sugeria algo "diabólico”.

Impactante como poucas, a Ducati Diavel 1260S tem uma capacidade de aceleração e facilidade de condução surpreendentes (considerando seu peso em ordem de marcha).

Seguindo a tendência dos últimos modelos da marca, a Diavel 1260S teve a parte ciclística reformulada, com um chassi tubular mais curto e uma balança traseira monobraço mais longa. Além disso, a suspensão traseira também recebeu inovação, o monoamortecedor e os links foram colocados sobre o monobraço, e o motor liga chassi, balança e subchassi.

 

 

Ergonomia e conforto

Ao pilotar a nova máquina, percebe-se a ergonomia, independentemente da altura do condutor, pois o banco baixo possibilita chegar facilmente com os dois pés no chão e as pedaleiras centralizadas permitem pouco flexionar as pernas.

Os punhos do largo guidão estão mais próximos do piloto, permitindo que os braços fiquem semi flexionados, dando a impressão de abraçar o tanque da moto. E o bom formato do banco de dois níveis proporciona a sensação de inteira integração à corpulência da moto.

Potência e tecnologia

É possível notar a agressividade de suas 2.500 rpm ao dar a partida, entretanto seu baixo nível de ruído e vibração do motor são menores que de outras Ducati.

O câmbio apresenta um bom e rápido funcionamento, com curto curso de pedal e sem necessidade de força. Após o engate da primeira marcha, o quick-shift facilita a operação nos dois sentidos, permite subir marchas com giro mais alto.

O motor Testastretta DVT é completo e generoso em torque, potência e resposta, e está mais "cheio” em baixa e média rotações, com curva de torque mais plana, sem altos e baixos entre 3.500 e 6.500 rpm. Por isso funciona de forma regular e suave e vibra pouco nas retomadas em marchas altas com giro baixo, fator que proporciona a tocada mais suave e relaxada em ritmo "tranquilo” e muito excitante ao girar o punho, inclusive acima de 10.000 rpm.

A posição de condução e a ergonomia ‘power cruiser’ tão popular entre os diavelisti da primeira geração permanece intocada. O que de facto mudou foi a ciclística. A nova Diavel conta com um novo e bem evidenciado quadro de treliça tubular em aço, ao qual está ligado um braço oscilante em alumínio, com dimensões estudadas para oferecer uma surpreendente agilidade em curva, excelente ‘feeling’ e facilidade de condução. A roda traseira – com 240 mm de largura e um diâmetro de 17 polegadas – continua a ser imagem de marca da Diavel e, juntamente com as novas definições da ciclística, combina a notável manobrabilidade e ângulos de inclinação com excecionais níveis de conforto.

A sofisticada eletrônica garante prestações extraordinárias e a máxima segurança. A Unidade de Medição Inercial Bosch de 6 eixos (6D IMU) deteta instantaneamente a velocidade e aceleração e é crucial para a operação de muitos dos dispositivos de controlo que equipam a Diavel 1260. O pacote eletrónico integra o Bosch Cornering ABS Evo, Ducati Traction Control Evo (DTC), Ducati Wheelie Control Evo (DWC), Ducati Power Launch Evo (DPL) e Cruise Control.

A nova Diavel 1260 é compatível com a Ducati Link App: esta aplicação permite ao utilizador ativar o ‘journey mode’ (combinação do Load e Riding Mode) e personalizar os parâmetros de cada Riding Mode (ABS, Ducati Traction Control, etc) de modo fácil e intuitivo através do seu smartphone. Esta versátil aplicação também fornece informação detalhada sobre os intervalos de manutenção, um manual de utilizador e um localizador de Ducati Store. Para além disto, a Ducati Link App permite aos motociclistas gravarem as suas performances e viagens, de modo a poderem partilhar as suas experiências de condução aos comandos da nova Diavel com a restante comunidade de Ducatisti que também utiliza esta aplicação.

A Diavel 1260 está disponível na cor Thrilling Black & Dark Stealth (dois tons contrastantes de negro com diferentes acabamentos, e quadro vermelho)

 

 

PRÉ-VENDA ESPECIAL

Para as primeiras 18 unidades da nova Diavel 1260 S (ano/modelo 2019) o cliente receberá R$ 5 mil de bônus para aquisição de itens da linha boutique ou acessórios.

A promoção é válida somente para as unidades ano/modelo 2019, e enquanto durar o estoque. Válido para as concessionárias Ducati de todo o Brasil.

Preço público consumidor: R$ 94.900,00.

 

Design

A segunda geração da Diavel retoma os conceitos estéticos fundamentais da sua antecessora e atualiza-os: os elementos de destaque em termos estilísticos na Diavel 1260 incluem a volumosa área dianteira que confere à moto a sua postura agressiva, a secção traseira esguia e aerodinâmica e o proeminente pneu traseiro de 240 mm.

As três coberturas que compõem o depósito são feitas de chapas metálicas, com dimensões reduzidas na zona de contato com o assento para melhorar a ergonomia para o condutor. Duas grandes entradas de ar em alumínio escovado, que se unem ao depósito mediante duas estruturas em "C” de cor diferente, reforçam o carácter da moto (aqui também derivando da primeira geração da Diavel).

A traseira curta e compacta é estilizada e integra a parte traseira com o banco do passageiro como elemento único, em dois níveis.

 

 

Já a parte da frente da Diavel teve suas principais características mantidas, no entanto, o ângulo de cáster passou de 28° para 27° e a distância entre-eixos aumentou 40 mm, para 1.600 mm. Essa nova geometria promete mais agilidade e rapidez. Os suportes das pedaleiras do garupa estão acoplados às placas laterais do chassi, mesmo local onde a balança está ancorada.

Outra característica da Diavel 1260 consiste nas tampas laterais do radiador; estas integram na vertical os indicadores de direção que fazem uso da tecnologia "light blade”, uma característica que necessitou de um profundo estudo no design de iluminação. Integrada nos indicadores encontra-se uma "lâmina” transparente, contando com um grafismo que, assim que o indicador se ilumina, gera um efeito 3D que torna a Diavel 1260 imediatamente reconhecível.

A moderna ótica com a sua distintiva DRL (na versão S) em forma de ferradura invertida combina na perfeição com o defletor fumado que protege a instrumentação, tornando a zona frontal da Diavel 1260 marcadamente agressiva.

O motor e o quadro desempenham um importante papel na vista lateral da moto graças às suas linhas inimitáveis e limpas. Novamente, a integração harmoniosa dos elementos fica evidente nos pormenores: por exemplo, a entrada de ar para a zona das correias de transmissão do cilindro horizontal, integrada na carenagem inferior, contém numerosos componentes eletrônicos e age como cobertura do radiador de óleo.

Destaque também para a decoração Thrilling Black & Dark Stealth da Diavel 1260 S, oferecendo um chamativo contraste entre a imagem ‘total black’ da moto e o quadro vermelho ao centro, tornando o clássico quadro em treliça da Ducati no ponto fulcral da moto em termos estéticos.

 

Motor
A Diavel 1260 é movida pelo bicilíndrico Ducati Testastretta DVT de 1262 cm3 com distribuição Desmodrômica que fez a sua estreia na XDiavel. Os novos mapas asseguram agora uma entrega de potência mais desportiva e a transmissão final é por corrente. Graças ao sistema Desmodromic Variable Timing (DVT) este bicilíndrico Ducati assegura uma entrega de binário extremamente linear mesmo a baixas rotações, com prestações de moto desportiva em altos regimes. Isto sucede porque o DVT faz variar de forma independente a atuação das árvores de cames das válvulas de admissão e de escape, devido à adoção de um regulador de comando das válvulas aplicado nas extremidades de cada uma das duas árvores de cames.
O diâmetro e curso do motor no bicilíndrico Ducati Diavel 1260 é de 106 e 71,5 mm, respetivamente. A taxa de compressão é de 13:1, a potência máxima é de 159 cv às 9.500 rpm* e o binário máximo é de 129 Nm às 7.500 rpm. A alimentação – a cargo de um sistema de injeção eletroônica Bosch com corpos elípticos (de diâmetro equivalente a 56 mm) – é gerida por um sistema integral de Ride-by-Wire.
O Testastretta DVT 1262 conta com um sistema Dual Spark (DS) – duas velas por cilindro – e emprega um sistema secundário de admissão de ar, que introduz ar fresco na conduta de escape para completar a oxidação de hidrocarbonetos não queimados, reduzindo assim os níveis de gases poluentes, como o HC e CO, sem afetar o motor.
O sistema de escape da Diavel 1260 é um 2-em-1 com dois terminais, sendo que o desenho dos coletores deixa deliberadamente o motor à vista; do mesmo modo, o corpo central foi colocado à frente da roda traseira, tornando-o praticamente invisível.

 

Intervalos de manutenção prolongados

O constante investimento em qualidade – garantido pelo design, materiais avançados e engenharia de topo – permite à Ducati disponibilizar um programa de manutenção programada altamente competitivo; os intervalos entre as manutenções de rotina foram prolongados para 15.000 km (ou um ano) e a inspeção e ajuste das válvulas para 30.000 km, proporcionando claras vantagens para os clientes. Isto foi conseguido empregando materiais especiais para os assentos das válvulas, melhorando a eficiência da combustão e contendo a temperatura de funcionamento do motor Testastretta DVT. Para além disto, o inovador sistema DVT não complica de forma alguma os procedimentos de ajuste da atuação das válvulas.

 

 

 

Eletrônica

A Diavel 1260 está dotada de uma Unidade de Medição Inercial (IMU) de 6 eixos da Bosch, que mede dinamicamente os ângulos transversais e longitudinais e a velocidade das alterações relativas de atitude, aumentando ainda mais as prestações e os padrões de segurança.
Os Riding Modes (Sport, Touring and Urban) dão à moto três diferentes personalidades. Cada um tem um diferente Power Mode (como a entrega de potência e a potência máxima, por exemplo) e diferentes regulações para o Ducati Traction Control, Ducati Wheelie Control e ABS. No entanto, os níveis de intervenção de cada um destes sistemas eletrónicos de controlo são ajustáveis.

 

Ducati Traction Control Evo (DTC)

O Ducati Traction Control (DTC) é um sistema derivado da competição que age como um filtro entre a mão direita do condutor e o pneu traseiro. No espaço de escassos milissegundos o DTC consegue detetar e, subsequentemente, controlar qualquer derrapagem, melhorando consideravelmente as prestações da moto e a segurança ativa. Este sistema tem 8 diferentes níveis de intervenção. Os níveis 1 e 2 são especificamente indicados para um estilo de condução desportivo e permitem elevados graus de derrapagem traseira. Os níveis 3 a 6 asseguram uma excelente aderência em asfalto seco, enquanto os níveis 7 e 8 foram desenhados para maximizar a aderência em asfalto molhado.

 

Ducati Power Launch Evo (DPL)

A alma "dragster” que vive na Diavel 1260 pode exprimir-se plenamente graças ao Ducati Power Launch (DPL). Este sistema garante arranques espantosos – mas seguros – graças ao controlo otimizado do binário máximo disponível, com o DTC sempre ligado e monitorização constante do ângulo do eixo transversal por parte da IMU. O DPL tem três diferentes modos, com o modo 1 a proporcionar o máximo de performance. O DPL é ativado ao pressionar o botão dedicado no punho direito. Uma vez ativado o condutor pode selecionar o nível de intervenção através do menu de definições no painel de instrumentos. Após selecionar o nível desejado o condutor tem de premir a manete de embraiagem, engrenar a primeira velocidade e abrir totalmente o acelerador. Mesmo soltando a embraiagem gradualmente a moto fará um arranque ‘relâmpago’, uma vez que o sistema DPL comanda a abertura da borboleta do acelerador no motor. Para proteger a embraiagem, um algoritmo especialmente desenvolvido para o efeito irá permitir apenas um número limitado de arranques consecutivos. A quantidade de "arranques por utilizar” regressa ao seu estado normal assim que o condutor volte a utilizar a moto em condições normais.

 

Ducati Wheelie Control Evo (DWC)

Este sistema com 8 níveis ajustáveis analisa a atitude do veículo (condições de "wheelie”) e ajusta em consequência o binário e a potência para garantir a máxima aceleração segura, sem quaisquer desequilíbrios nas definições. Tal como o DTC, este sistema tem 8 diferentes níveis de intervenção e está integrado nos Riding Modes.

 

Sistema de freios Brembo com Bosch Cornering ABS Evo

A Diavel 1260 está equipada com um conjunto de travagem Brembo com o sistema Cornering ABS 9.1ME da Bosch. O sistema de Cornering ABS faz uso dos dados fornecidos pela plataforma Bosch IMU (Unidade de Medição Inercial) para otimizar a travagem dianteira e traseira, mesmo em condições críticas e com a moto inclinada em curva. Através da interação com os Riding Modes, o sistema fornece soluções adaptadas a quaisquer situações, condições de condução ou preferências do condutor. Este sistema tem três níveis de intervenção: o nível 1 oferece a máxima performance em condução desportiva, desativa as funções Cornering e de deteção de elevação da roda traseira e permite o deslizar da roda traseira durante a travagem, uma vez que o ABS é, aqui, aplicado apenas à roda dianteira; o nível 2 assegura o equilíbrio entre a frente e a traseira – a deteção da elevação da roda traseira é desativada mas a função Cornering é aplicada e regulada para uma condução desportiva; o nível 3 otimiza a ação da travagem, com a deteção da elevação da roda traseira ativada, bem como a função Cornering, igualmente ligada e regulada para a máxima segurança (configuração safe & stable).

 

Freios

Na frente, o desempenho de travagem da Diavel 1260 é garantido pelos freios Brembo com pinças monobloco radiais M4.32 (M50 monobloco na versão S), acionados por um cilindro principal radial PR18/19 (PR16/19 na versão S) equipado com um reservatório de alumínio integrado que tritura dois discos flutuantes de 320 mm de diâmetro. Na parte posterior, por outro lado, o disco de 265 mm de diâmetro é travado por um calibrador de dois pistões, também fabricado pela Brembo.

 

Painel de instrumentos

A instrumentação da Diavel 1260 consiste num ecrã TFT com um módulo de luzes avisadoras separado, posicionados, respetivamente, abaixo e acima do guiador. O ecrã conta com quatro diferentes modos de visualização. Novidade na Ducati é o modo Default, que fornece um nível mínimo de informação obrigatória com uma apresentação cuidadosamente estilizada. Os restantes três modos, por seu lado, são os clássicos displays Track, Full e City, associados aos Riding Modes. O Cruise Control dispõe de botões próprios para ativar e ajustar as definições de velocidade. Com a moto parada o condutor pode usar o comutador esquerdo para aceder ao menu de definições e ajustar diversas funções, como o DTC, DWC e ABS.

Também é possível, com a moto parada ou em movimento, selecionar os Riding Modes Sport, Touring ou Urban. A Diavel 1260 S conta ainda com o Ducati Multimedia System (DMS): ligação por Bluetooth do smartphone ao painel de instrumentos, permitindo ao condutor ver e atuar sobre a entrada de chamadas/mensagens de texto no ecrã, bem como a informação sobre a música que está a ouvir.

Luzes

As luzes da Diavel 1260 são o resultado de um meticuloso processo de design. Tanto atrás como à frente – com unidades full-LED na versão S (nos países onde são permitidas) – estas foram projetadas para maximizar a eficiência da iluminação. O grupo ótico frontal alterna automaticamente da sua configuração diurna para a noturna por intermédio de um sensor montado no painel de instrumentos. Esta função pode, sempre que se desejar, ser desativada para permitir a operação manual. Para além disto, a ótica da Diavel 1260 S conta com um sistema DRL (Daytime Running Light) – nos países onde este é permitido. O DRL é uma luz especial secundária que assegura a perfeita visibilidade do veículo durante o dia, ao mesmo tempo que, graças ao seu formato de ferradura invertida, torna a Diavel 1260 perfeitamente reconhecível, mesmo em plena luz do dia.

 

Sistema de ignição Hands Free

A Diavel conta com o sistema Hands Free, que permite a ignição sem uma chave mecânica. Quando a cerca de 1,5 m de distância, a moto reconhece a chave e permite a ignição. Nesta altura, basta premir o botão key-on para ligar o painel de instrumentos e arrancar o motor. Este sistema inclui um comando elétrico da tranca de direção.

 

Quadro

A Diavel 1260 emprega um quadro em treliça tubular em aço, que faz uso do motor Ducati Testastretta DVT 1262 como elemento de tensão do chassis. O quadro encontra-se fixo ao motor pelas cabeças dos cilindros, bem como o sub-quadro em alumínio. Igualmente fixas ao motor estão as duas placas em alumínio forjado que abraçam o monobraço oscilante em alumínio fundido. Com a sua distância entre eixos de 1.600 mm, uma geometria da ciclística a destacar-se pela agilidade e capacidade de atingir ângulos de inclinação tão pronunciados como os 41o, as prestações da Diavel em estradas mistas são o que se esperaria de uma moto com o pedigree Ducati.

O motor está também ligado a duas placas de alumínio forjado que abraçam o braço oscilante de alumínio fundido de um lado. A distância entre eixos da Diavel é de 1.600 mm e, graças às suas dimensões ágeis de chassis e à possibilidade de alcançar ângulos máximos de flexão de 41°, garante o desempenho de uma verdadeira Ducati na versão mista. Com uma inclinação de 27° da cabeça da direção e um percurso de 120 mm, a Diavel 1260 permite agilidade e controle da parte dianteira, garantindo uma manobrabilidade.

 

Suspensões

A Diavel 1260 tem um garfo dianteiro de 50 mm totalmente ajustável. O garfo tem o regulador de compressão e mola de pré-carga na haste esquerda, enquanto o regulador de recuperação está na haste direita. Na traseira, o Diavel 1260 é equipada com um único amortecedor de choque com pré-carga de mola ajustável e amortecimento de rebote.

A Diavel 1260 S está equipado com garfo Öhlins de 48 mm totalmente ajustável e amortecedor Öhlins totalmente ajustável.

 

Pneus e Rodas

A Diavel 1260 exibe jantes de 10 braços com um desenho exclusivo e superfícies com acabamento maquinado. Na frente encontramos uma jante 3.5” x 17’’ e, na traseira, a medida é de 8.0” x 17’’.

Na dianteira conta com pneu 120/70 ZR17, sendo de 240/45 ZR17 na traseira. Os pneus são Pirelli Diablo Rosso III. Para assegurar uma maior aderência quando em forte inclinação em curva e, em simultâneo, garantir uma excelente quilometragem, o impressionante pneu traseiro conta com as tecnologias de duplo composto e EPT (Enhanced Patch Technology), para maximizar a área de contato em qualquer ângulo de inclinação. O desenho do rasto e os componentes cuidadosamente selecionados asseguram uma performance excepcional, quaisquer que sejam as condições da estrada.




 

Provando a GoldWing Bagger

Desde seu lançamento em 1975, a Honda GL 1800 Gold Wing vem evoluindo constantemente, esse ano, em sua versão mais recente, ela vem em duas versões:

- Uma versão de entrada, denominada de "Bagger” e vendida somente na cor cinza

-  E a GoldWing Tour, a versão completa que conta com airbag, câmbio automático dentre outras características que a diferem da versão Bagger. Essa vendida somente na cor vermelha.

Mas estou aqui para contar minha experiência com a versão de entrada, e é somente dela que irei falar.

 

 

O termo "nave” nunca se encaixou melhor como nessa moto, a moto desperta o interesse de qualquer motociclista, mesmo aqueles não tão chegados no estilo. Essa versão ficou um pouco menor e com linhas que remetem ao estilo mais jovem, eu particularmente achei absolutamente linda.

Dias antes de retirar a moto para o teste, eu estava ansioso para sentir a sensação de guiar uma moto desse porte e sentir toda a tecnologia do motor boxer de 6 cilindros. Pessoalmente, quando eu a vi, não consegui esconder a empolgação e soltei um grande "UAU”. Eram tantos botões, um banco enorme que quando me sentei, me senti num avião, um privilégio poder conhecer uma maravilha da engenharia moderna como essa moto.

Pelas ruas de São Paulo eu estranhei o peso da moto (369kg a seco), as manobras exigiam um pouco mais de força física, você se acostuma com os quilômetros rodados.

Passar pelos corredores não foi impossível, mas você fica limitado as vezes pela largura dos retrovisores, que até parecem de carro. Chegando em Indaiatuba-SP, foi tempo de traçar a rota e seguir viagem no dia seguinte, uma grande aventura onde eu pude testar a moto em diversas situações.

Antes de narrar minha experiência em si com a moto e dizer o que eu gostei e o que eu não gostei, vou pontuar o que a moto oferece de serie:

- Motor boxer de 6 cilindros, com 1833cc, gerando 126 cavalos de potência e 17,34 kgfm. de torque.

- 369kg a seco

- Câmbio manual de 6 velocidades

- Piloto automático

- Acelerador eletrônico

- Assistente de rampa

- Modos de pilotagem

- Aquecimento de manoplas

- Tela multimídia de 7 polegadas

- Sistema de som

- Bolha regulável eletricamente

- Baús laterais com capacidade de 30L cada

- Assistente de manobra com motor elétrico

 

 

Agora que você sabe um pouco mais sobre a moto, vou tentar passar a minha experiência em 2 mil quilômetros rodados, passando por rodovias e estradas de terra.

Com um amigo na garupa, colocamos todas as nossas roupas em duas bolsas que couberam nos baús, uma bolsa em cada um. Saímos de Indaiatuba-SP com destino a São Gonçalo do Rio das Pedras-MG, perto de Diamantina-SP. A primeira, e digo com clareza, única coisa que me decepcionou, foi sua central multimídia com tela de 7 polegadas. Apesar de ser compatível com o Apple CarPlay, só é possível com um acessório vendido a parte, sendo assim, as informações que temos na sua generosa tela ficam bastante restritas somente a música que você está ouvindo e a lista telefônica, ambas sincronizadas com o seu celular via Bluetooth. Para completar o painel, temos o velocímetro e conta giros analógicos e ao lado, temos as informações como consumo, nível do combustível, odômetros parciais e gerais e informações como assistente de rampa e indicador de marcha. Ao meu ver, a tela podia ser melhor aproveitada podendo informar o computador de bordo completo da motocicleta

 

 

 

Foram 13 horas de viagem até chegar ao me destino, não me senti desconfortável em nenhum momento, tirando a dor nas costas, o banco foi peça chave para que essa longa viagem fosse prazerosa,  sendo metade na Rodovia Fernão Dias, e quem já percorreu por lá, sabe que é curva de São Paulo até Belo Horizonte. Os modos de pilotagem são: Sport, Econ, Tour e Rain. Na maior parte do tempo, rodei no modo Tour, acho que é o meio termo perfeito em termos de aceleração e economia. O Rain e Econ eu não senti muita diferença na tocada, por via das dúvidas sempre usava o Econ quando estava passando por cidades, a moto fica bem suave e com a aceleração tranquila. Já quando eu entrava em estradas sinuosas, meu espírito esportivo falava mais alto e automaticamente alternava para o modo Sport.

A moto se transformava em uma fera, o ronco ficava mais encorpado e o toque no acelerador ficava muito mais arisco, a sensibilidade na mão para acelerar precisa estar em dia. Enquanto me deliciava com toda sua esportividade, vou dar uma dica para os devoradores de curva: cuidado ao inclinar, seu centro de gravidade é baixo e dependendo do grau de inclinação ela raspa, inclusive raspou comigo em muitas curvas onde eu deitei um pouquinho mais. O tour é um meio termo dos dois, ideal para manter uma velocidade de cruzeiro legal nas rodovias. O consumo ficou na casa dos 15km/l, número agradável para seu porte.

A parte mais difícil da viagem para mim foi lá na região de Diamantina-MG e Serro-MG, são cidades pequenas e com o chão de pedras, não é a moto mais adequada para isso e fazer manobras em pequenos espaços eu precisei de muita concentração. O Assistente de ré que tem, é auxiliado por um motor elétrico, se você está em uma rua plana, ele vai conseguir te ajudar bem, mas se você tem esperanças de parar em uma descida e querer manobrar para trás com a ajuda dele, pode esquecer e chamar alguém para ajudar a empurrar.
Rodei também pela Estrada Real, fazendo parte do Caminho dos Diamantes, incluindo trechos off-road, não foi nada muito radical, mas a GoldWing me surpreendeu, a nova suspensão dianteira da GoldWing, que possui duplo braço oscilante, absorve os impactos separada do sistema de direção, que proporciona bastante conforto e 40% a mais de agilidade na ação do guidão. Buracos, terra, areia e cascalho foram terrenos onde passei e senti confiança com a GoldWing, e de novo, pela sua altura, ela possui limitações e os riscos de raspar em baixo são grandes, cheguei a raspar até em lombadas. Claro que não é uma moto projetada para esse tipo de aventura, mas para chegar aos meus destinos, precisava passar por isso, e a GoldWing encarou bravamente.
 

 

Um ponto extra que deixou nossa viagem muito mais divertida, foi seu sistema de som, fizemos várias playlists de músicas no celular e fomos ouvindo, tanto eu quanto a garupa conseguimos ouvir com clareza as músicas, viajando a 120km/h.

O preço para toda essa tecnologia e exclusividade é de R$139.281,00 (sem frete e seguro).

Fazer uma viagem com uma moto como a GoldWing, para mim, foi um privilégio, e tenho certeza que também é um privilégio ser o proprietário de uma.

 

Salão Duas Rodas 2019

Entre os dias 19 e 24 de novembro, o complexo São Paulo Expo foi palco do maior evento sobre motocicletas da América Latina, contando com as principais marcas apresentando seus lançamentos para 2020 e modelos conceito. Mas nem todas estavam lá, grandes fabricantes como BMW, Harley-Davidson e Ducati estiveram ausentes, uma pena.

Para o público o evento foi um verdadeiro parque de diversões, com diversas experiências como por exemplo test-ride em motos, apresentações realizadas pela Pro Tork e foi até sede da final do Arena Cross 2019, com Hector Assunção sendo o campeão.

A feira também é grande vitrine de lojistas e empresários que buscam trazer novidades para o mercado duas rodas. Motos customizadas também marcaram presença em estandes como o da Bendita Macchina. Agora vamos para os estandes de cada montadora e o que cada um apresentou:

 

Honda

Com a linha CB completando 60 anos em 2019, o presente ficou para os consumidores. Foram quatro lançamentos da linha:

 

Nova Honda CB500X – A média aventureira da marca que divide o motor bicilíndrico em linha de 471cc com sua irmã "F”, ganhou um reforço no aspecto aventureiro. A roda dianteira que antes tinha aro 17, agora possui aro 19. As suspensões ganharam maior curso, agora com 150mm na dianteira e 135 na traseira. O guidão ficou mais alto, ponto positivo para pilotagem de pé e o tanque de combustível passou para 17,7 litros.

 

A Nova CB500F, agora com visual mais agressivo, ganhou embreagem assistida e deslizante, além de uma reformulação no sistema de escape.

 

A CB 650R, que substitui a CB650F, lembra bastante a CB 1000R, que compartilha do mesmo conceito NSC (Neo Sports Café). Possui um motor de quatro cilindros em linha que entrega 88.4 cv, controle de tração, suspensão dianteira invertida e redução de 6kg no seu peso.

 

A CBR 650R é a versão carenada, com um visual mais Racing inspirada na CBR 1000RR Fire Blade, ganhará uma copa monomarca no SuperBike Brasil, ótima estratégia para difundir a motocicleta no mercado brasileiro.

Além dos lançamentos, a Honda também levou dois modelos para aceitação do público:

 

ADV 150, digamos que é a "irmã mais nova” da X-ADV 750, com visual aventureiro tem motor de 150 cm3, que entrega 14,5 cv, bom curso de suspensão para a proposta da moto e para-brisa com regulagem de altura.

 

Forza 300, um scooter mais robusto e sofisticado, apresentado na cor branca, possui motor de 279 cm3 com 25,2 cv.

 

A Titan, modelo mais vendido do país, ganhou a versão Titan 150S, com pintura especial inspirada na versão comemorativa dos 25 anos de mercado.

Os modelos conceito são sempre bem-vindos, podemos explorar toda a criatividade do departamento de design (HRB, Honda Reserch Brasil). Para o salão os modelos presentes foram:

 

Pop 110i versão aventureira, inspirada na África Twin, possui pneus offroad, escape de saída alta e pintura especial.

 

Pop 110i Vintage, modelo apresentado juntamente com uma prancha, possui visual retrô e combina cores de época.

 

XRE 300 com pintura que remete a terra, bolsas laterais, protetor de carenagem e faróis auxiliares, fica nítido a proposta da moto para encarar viagens de longa distância e em qualquer terreno.

A NC 750X também conta com malas laterais da cor da moto, com um conceito mais refinado.

 

A CB 1000R, com uma pintura amarela, reforça ainda mais o estilo café.

 

 

Além dos modelos, a Honda Racing marcou presença com os modelos de competição, incluindo o modelo RC213V, moto usada pelo multi campeão Marc Marquez.

A Honda também apresentou nova coleção de roupas, contando com uma loja vendendo as peças.

 

Yamaha

De novidade para o mercado brasileiro, a Yamaha apresentou o scooter XMAX 250 ABS, que chega as ruas em abril de 2020, ainda sem preço definido. Bem sofisticado, possui câmbio automático CVT, sistema de controle de tração, motor monocilidrico com 22,8 cv e torque de 2,5 kg. O tanque de combustível possui 13,2 litros, um ótimo volume para um scooter. Porta objetos com tamanho generoso e iluminação em LED, além de contar com regulagem no para-brisa. Para completar a lista de comodidade, possui Smart Key e tomada USB, para recarregar o celular.

 

Sem previsão para comerciar no Brasil, tivemos no estande o exótico Niken, uma moto com 3 rodas, duas na frente e uma na traseira, doido não? O sistema LMW (Leaning Multi Wheel) permite a inclinação das rodas da frente em até 45 graus. Cada roda dianteira conta com dois amortecedores (110mm de curso cada um). O motor já é conhecido, é o mesmo que equipa o modelo MT-09, de três cilindros em linha com 847 cm3 e tecnologia crossplane, que oferece 115cv e um torque de 8,9 kgfm. Confesso que achei estranho no começo, mas que dá uma vontade de andar dá, não?

 

Talvez a grande estrela, vinda diretamente do Japão, foi a moto experimental Motoroid. Possui motor elétrico e inteligência artificial, com uma apresentação que surpreendeu a todos, respondendo comandos de voz para fazer movimentos, ela tem um atributo bastante interessante: ela não cai. Graças ao sistema AMCES (Active Mass Center Control Systema) que atua diretamente no centro de gravidade, estabilizando conjunto piloto e moto.

A moto que parece ter saído diretamente de um filme de ficção científica, tem como principal objetivo a interação do homem e máquina e inspira nossa imaginação para o que está por vir no futuro.

 

A Yamaha apresentou uma inédita parceria com os estúdios Marvel, mostrando modelos conceitos inspirados nos personagens do universo "Vingadores”. As motos foram transformadas pela Bendita Macchina e cinco deles serão comercializados em edições especiais a partir de 2020, os fãs da Marvel piram.

 

Além do estande principal com os modelos e lançamentos, a Yamaha também contou com o Espaço Kids e outro espaço com as motos de competição.

 

Triumph

A marca inglesa trouxe dois principais lançamentos:

 

Nova Rocket 3R, um exagero de moto, que possui motor de três cilindros e espantosos 2500cc, ou 2,5 litros. Toda essa capacidade cúbica entrega 167cv de potência e grandiosos 22,6kg de torque. Possui controle de tração e quatro modos de pilotagem. O câmbio de seis marchas possui quick shift (sistema para passar as marchas sem embreagem) e sistema de freios ABS em curvas. O painel com iluminação em LED é TFT.

 

Street Triple RS, modelo remodelado, está agressivo visualmente falando, com iluminação em LED, painel TFT colorido, quick shift, cinco modos de pilotagem, controle de tração comutável, freios ABS e motorzão de três cilindros em linha de 765 cm3, gerando 123cv e torque de 10kgfm.

Além dos lançamentos, o estande contou com os modelos atuais da linha, uma loja com vestuário da marca e um espaço com dicas de pilotagem.

 

Kawasaki

 

 

Sem muitas novidades, a marca japonesa apresentou a nova naked Z900, com previsão de comercialização no Brasil somente no fim de 2020, ainda sem preço definido. O motor de quatro cilindros que entrega 125cv e 10,1 kgfm agora conta com controle de tração em três níveis e quatro modos de pilotagem (Sport, Road, Rain e Rider).

 

Royal Enfield

Se fixando cada vez mais no Brasil, a marca que recentemente abriu uma concessionária em Belo Horizonte, apresentou três modelos:

 

Himalayan Sleet, que nada mais é do que uma versão da Himalayan que já conhecemos (para quem não conhece, fizemos um teste com ela na edição de novembro). Reforçando ainda mais o espírito de aventura, ela conta com um kit completo de acessórios, que inclui malas laterais e protetor de motor, além de uma pintura especial camuflada.

Para diversificar mais sua linda, apresentou os modelos Continental GT 650 e Interceptor 650, ambas com o motor de dois cilindros refrigerados a ar e óleo, com 648 cm3, que entrega 47cv e um torque de 5,3kgfm. Além do motor, também dividem o quadro de tubos de aço, rodas, freios e painel. A diferenças se dão pelo tanque, banco e posição do guidão.

 

Sem apresentações, restaram os espaços da Suzuki, que compartilhou o mesmo espaço com as marcas coreanas Kymco e Houjue, sem grandes novidades. A KTM de uma forma mais tímida também esteve presente com sua linha de motocicletas off-road e on-road.

 

 


Depois de uma forte queda no setor, o mercado das duas rodas vem se recuperando ano após ano, e as marcas se mostraram confiantes para os próximos anos, juntamente com a Abraciclo, o que nos resta, consumidores, é pensar positivo e torcer para o crescimento continuar!

 

Husqvarna começa produção da Norden 901

Após chamar muita atenção em seu lançamento durante o EICMA, em Milão, Itália. A Husqvarna anunciou que o modelo Norden 901 será produzido em linha, de acordo com a marca, isso reafirma o seu compromisso com o segmento das motos de rua.

Revelada pela primeira vez no salão de Milão, a Norden atraiu milhares de olhares dos aficionados e também da imprensa especializada. Sendo assim, a Husqvarna optou pela produção em linha do modelo bicilindrico, uma motocicleta com DNA para viagens longas, dinâmica e versátil.
 

 

 

 

Com o modelo, a Husqvarna Motorcycles entra no mercado de turismo de aventura, afinal, a proposta da NORDEN 901 é de uma motocicleta dinâmica, equipada com motor de dois cilindros que apresenta ergonomia avançada para os pilotos, além de alto desempenho com base em anos de experiência em ralis. 
 

 

 

 

Seu design distinto e moderno, oferece excelente desempenho nas ruas e também no off-road. A entrega de potência e pouco peso (mais leve da categoria) garante ótimo desempenho no uso fora-de-estrada. 

Destaques técnicos:

  • - Estilo Bigtrail leve e estreita
  • - Motor bicilindrico paralelo de 889,5 cc 
  • - Equilíbrio perfeito para o uso off-road e estradas
  • - Aro dianteiro 21” e traseiro 18” (ergonomia confortável e fácil manuseio)
  • - Componentes de suspensão WP de alta qualidade

Destaques do Salão de Milão

A Honda revelou seu line-up de motocicletas completo para a Europa em 2020 no EICMA em Milão. Noticiada por um novo modelo que deve ocupar o cargo de carro chefe, os acréscimos feitos à linha de produtos da Honda para 2020 abrangem os mundos da competição, aventura, roadster e transporte diário.

CBR1000RR-R Fireblade e CBR1000RR-R Fireblade SP

Por 28 anos as palavras 'Honda Fireblade' têm sido sinônimos de condução perfeita, equilíbrio e puro prazer sobre duas rodas. Para 2020, a Honda abre um novo capítulo na ilustre história da Fireblade com uma nova máquina 'Nascida para Competir'.

Profundamente inspirada na máquina RC213V da MotoGP e sua análoga das ruas, a RC213V-S, a CBR1000RR-R Fireblade 2020 é equipada com o motor de quatro cilindros em linha mais potente já feito pela Honda. Compartilhando do mesmo curso e diâmetro que a RC213V-S, a CBR1000RR-R Fireblade 2020 entrega uma potência máxima de 217,5 cv a 14.500rpm e um torque máximo de 11,5 kgf.m a 12500rpm enquanto seu peso é de apenas 201kg.

A CBR1000RR-R também estará disponível em uma versão SP. Completa pela segunda geração da suspensão Öhlins Electronic Control semi-ativa que traz um garfo NPX de 43mm e amortecedor traseiro Öhlins TTX36 Smart-EC, além do novo sistema de freios Brembo Stylema com pinças dianteiras de montagem radial de quatro pistões e a pinça monobloco Brembo na parte traseira, a mesma utilizada na RC213V-S.

Em ambas as versões, um pacote aerodinâmico de ponta - também sob a influência da multi-campeã RC213V da HRC - trabalha em conjunto com a nova Unidade de Medição Inercial (IMU) de seis eixos da Bosch. Ela substitui a unidade de cinco eixos do modelo anterior, proporcionando cálculos extremamente precisos de rotação transversal, longitudinal e vertical que permitem um controle sobre o comportamento da moto ainda melhores atingindo níveis de condução inigualáveis e um desempenho definitivo.

Alinhadas à filosofia da Honda de centralização da massa, tanto a CRB1000RR-R Fireblade quanto a CBR1000RR-R Fireblade SP são equipadas com uma ponteira de escapamento leve Akrapovic de titânio. Ambas estarão disponíveis em padrões de duas cores: um Vermelho Grand Prix inspirado na HRC e outro Preto Fosco Perolizado.

SH125i

A líder de mercado SH125i é praticamente uma máquina totalmente nova para 2020. Inspirando-se em uma história que conta com mais de um milhão de unidades vendidas que se estende até a SH50 apresentada em 1984, para 2020 a SH125i está equipada com um motor mais potente e econômico acomodados em um corpo elegante e reestilizado que proporciona um espaço de armazenagem superior em mais de 50% graças a seu quadro redesenhado.

Um novo motor de quatro válvulas 'eSP+' em acordo com o padrão europeu de emissão EURO5 equipa a Sh125i 2020. Proporcionando uma potência final maior e uma aceleração mais forte, o novo motor também oferece uma economia de combustível ainda superior à do modelo anterior. O Controle de Torque Selecionável Honda (HSTC) agora se une ao Idling Stop como item de série.

O novo redesenhado quadro não apenas melhora a condução, mas também libera um sempre útil espaço extra de armazenagem interna, com a SH agora oferecendo até 28L de armazenagem sob o assento. A inclusão de um carregador USB, da Honda Smart Key - que agora funciona em conjunto com o novo Smart top box - e a otimização da geometria da suspensão traseira intensifica tanto a praticidade quanto o conforto.

Para 2020 a SH125i terá novamente a companhia da SH150i, apresentando todas as mesmas animadoras novidades e inovações.

CRF1100L Africa Twin e CRF1100L Africa Twin Adventure Sports

As recém apresentadas CRF1100L Africa Twin e CRF1100L Africa Twin Adventure Sports também farão sua estreia no EICMA.

Equipadas com um motor de dois cilindros paralelos de 1100cc mais leve e mais potente - aumentando tanto a potência quanto o torque ao mesmo tempo que cumpre as exigências do padrão europeu de emissões Euro5 - ambos os modelos da Africa Twin usam um quadro mais leve e estreito, o que também melhora a agilidade e o conforto. Uma novidade para a Honda, a Africa Twin chega completa com uma nova interface touchscreen colorida TFT de 6,5".

No coração de cada motocicleta está um pacote de componentes eletrônicos de ponta complementado pela nova Unidade de Medição Inercial (IMU) de seis eixos, que guia o Controle de Torque Selecionável Honda (HSTC), além do ABS, ao mesmo tempo em que também permite trocas de marcha mais intuitivas pelo sistema de Transmissão de Dupla Embreagem (DCT).

A CRF1100L Africa Twin -- será disponível no mercado europeu nas cores Vermelho Grand Prix e Preto Fosco Balístico - é preparada para aventuras off-road, com um corpo trabalhado no estilo de rali, um tanque fino de 18.8L, uma tela fixa baixa e pneus com câmara de ar de série.

A CRF1100L Africa Twin Adventure Sports se destaca da Africa Twin básica, vindo totalmente equipada para o que der e vier com uma tela ajustável de cinco estágios, faróis direcionais de três estágios, pneus sem câmara de ar e tanque de 24.8L. Para 2020, a Adventure Sports vem com a suspensão opcional Showa Electronic Equipped Rider Adjustment garantindo uma viagem perfeita não importa a condição da estrada. Ela está disponível nas cores Branco Brilhante Perolizado Tricolor e Preto Metálico Darkness.

CMX500 Rebel

A cruiser compacta de cilindro duplo paralelo e 500cc da Honda que oferece uma condução amigável recebe uma série de atualizações para 2020. Beneficiando-se de uma suspensão revisada, iluminação totalmente em LED - incluindo um distinto farol redondo redesenhado - um novo indicador de marcha, embreagem deslizante, assento mais confortável e um novo escapamento, a CMX500 Rebel está também de acordo com o padrão europeu de emissões Euro5. A CMX500 Rebel S Edition vem em Cinza Metálico Axis Fosco com uma série de novos acessórios de fábrica, incluindo a cobertura do farol, protetores do garfo e suspensão totalmente pretos, além de um assento com costura em estilo diamante.

CB1000R

Carro chefe da Honda, a Neo Sports Café naked - CB1000R - combina linhas clássicas com um toque moderno e um desempenho arrebatador. Desde sua apresentação em 2018, ele tem inspirado uma vasta gama de customizações, e para 2020, sutis mudanças cosméticas realçarão ainda mais sua aparência premium e imponente presença na estrada.

Substituindo os assentos prateados, uma haste e braçadeira tripla totalmente pretas são complementadas por uma nova máscara do farol Preto Balístico Fosco Metálico. Mudanças de cor na mola traseira e discos de freio dianteiros são coroadas com uma notável faixa de corrida prata cortando a coluna do tanque de combustível.

Todos os produtos anunciados durante o EICMA são destinados ao mercado europeu. Não há previsão de comercialização e/ou chegada deles no Brasil.

Novo autódromo toma forma

O novo Autódromo Potenza recebeu a visita dos representantes da FMA e CBA.

Situado às margens da BR-267  em Lima Duarte a cerca de 40 quilômetros de Juiz de Fora/MG, o Autódromo Potenza está cada vez mais próximo de ser concluído. Construção de iniciativa privada, que ocorre desde 2014, visa sediar eventos de âmbito nacional e internacional,

Pista de 3.200 metros de extensão já começa tomar forma com o asfaltamento e eventos poderão ser realizados no circuito já a partir de 2020.






 


Texto: Angelo Savastano  Jornalista e Reporter Fotográfico MTe 15.621/mg

Fotos: Jhonny Javier Bonilla Perrone

SBK Brasil encerra temporada 2019

Em um dia de tempo firme e muito público no Autódromo José Carlos Pace, em São Paulo, o SuperBike Brasil finalizou a temporada de 2019, ano em que celebra dez anos de existência. Foi um evento repleto de emoção e comemoração por parte de quem faturou um título do maior campeonato de motovelocidade das Américas.

Eric Granado (#51), principal favorito a levar o troféu da categoria principal antes de a etapa iniciar, confirmou todas as expectativas em Interlagos. Praticamente imparável, o piloto da Honda Racing venceu as duas baterias e garantiu o tricampeonato consecutivo da modalidade.
 

 

 

 

A situação ficou ainda melhor para a Honda com a boa atuação de Pedro Sampaio. O #28 foi segundo colocado nas duas provas e terminou vice-campeão: desta forma, a equipe dominou a categoria madrinha.

Rodrigo Dazzi, da Ello Racing, que venceu a primeira bateria da SuperBike Extreme, garantiu o título da categoria com um segundo lugar na segunda sessão.

No outro grid das 1000cc, Bruno Corano faturou a vitória e ficou com o título brasileiro da SBK Evolution. A corrida também confirmou as conquistas de Cris Nogueira (Evo Master) e Guto Figueiredo (SuperStock).

Entre as motos 600cc, a Kawasaki foi dominante na temporada. Matheus Barbosa (#260), campeão da categoria SuperSport, ficou a apenas três pontos à frente de Leo Tamburro (#53). Companheiro da dupla na equipe, José Duarte foi o terceiro.

O paraguaio Pedro Valiente conquistou a SuperSport Extreme. Rubens Bosch levou a SuperSport Master. Mauricio Marques já havia vencido na Stock 600cc.

A última etapa da história da categoria Copa Honda CBR 500R teve um final para lá de emocionante. Os dois pilotos que disputavam o título foram os primeiros colocados da 9ª etapa, separados por apenas 0s056. Raphael Ramos (#90), da equipe MotoSchool Racing Team, levou a melhor, com Fábio Florian (#88) em segundo guiando moto da Qatar Racing Team Brasil.

A categoria deixa de existir em 2020, já que a motocicleta deixará de ser fabricada. Em seu lugar chega a Copa Honda CBR 650R.

Nada mais, nada menos que oito pilotos chegaram no mesmo décimo na corrida da categoria Yamalube R3 Cup. O vencedor geral foi Kaywan Freire (#36). O título da monomarca da Yamaha ficou com Gui Brito (#44). Na R3 Stock, Humberto Turquinho (#12) foi o campeão.

João Teixeira (#14) foi o grande campeão da Honda Junior Cup 2019. O jovem piloto coroou a grande temporada ao ser o primeiro a cruzar a linha de chegada na 9ª e última etapa do campeonato.


 

A corrida da categoria Escola foi vencida por Fábio Queiroz (#25), da Ello Racing. O grande campeão da temporada, porém, foi Rafael Palmieri (#889), da Paulinho SuperBikes.

A última corrida do SuperBike Brasil em 2019 acabou com decisão de título de maneira emocionante. Victor Simões (#598), da SPN Racing – 598, sagrou-se campeão da SuperSport Escola e vencedor da prova beneficiado de uma punição a Raphael Motta (#65), da Dezero Racing, que disputava o título com ele. Motta acabou a prova na terceira colocação.

Confira os resultados das corridas deste domingo:

SUPERBIKE – 1ª CORRIDA
1) 51-Eric Granado
2) 28-Pedro Sampaio
3) 41-Maximiliano Gerardo
4) 17-Danilo Lewis
5) 260-Matheus Barbosa

SUPERBIKE – 2ª CORRIDA
1) 51-Eric Granado
2) 28-Pedro Sampaio
3) 17-Danilo Lewis
4) 41-Maximiliano Gerardo
5) 260-Matheus Barbosa

SBK EXTREME – 1ª CORRIDA
1) 146-Rodrigo Dazzi
2) 56-Julio Fortunato
3) 23-Danilo Viveiros
4) 832-Mauriti Junior
5) 33-Marcelo Skaf

SBK EXTREME – 2ª CORRIDA
1) 56-Julio Fortunato
2) 146-Rodrigo Dazzi
3) 832-Mauriti Junior
4) 23-Diego Viveiros
5) 33-Marcelo Skaf

SBK EVOLUTION
1) 34-Bruno Corano
2) 33-Juliano Ferrante
3) 28-Pablo Flores Nunes
4) 25-Fabio Pitta

EVO 1000cc – 1ª CORRIDA
1) 93-André Veríssimo
2) 186-Felipe Comerlatto
3) 274-Eduardo Nascimento
4) 25-Carlos Fuzza
5) 74-Sergio Prates

EVO 1000cc – 2ª CORRIDA
1) 93-André Veríssimo
2) 186-Felipe Comerlatto

SBK LIGHT
1) 42-Victor Villaverde
2) 90-Murilo Tom
3) 12-Ramon Cruz
4) 89-Marcio "Manow Martins"
5) 66-Guilherme Neto

SUPERSTOCK
1) 226-Rubem Nico Mardegan
2) 111-Thiago Eduardo
3) 18-Guto Figueiredo
4) 6-Peterson "Pet"

EVO MASTER
1) 26-Cris Nogueira
2) 9-Marcos Ramalho
3) 60-Americo
4) 36-Ricardo Hayashi

SBK MASTER
1) 45-Nelson "Mágico"
2) 92-Gustavo de Souza
3) 86-Edson Errera

SUPERSPORT –  2ª CORRIDA
1) 53-Léo Tamburro
2) 120-Mauro Passarino
3) 97-José Duarte
4) 260-Maurício Barbosa
5) 8-Daniel Mendonça

SUPERSPORT EXTREME – 2ª CORRIDA
1) 25-Pedro Valiente
2) 99-Marcos Fortunato
3) 85-Gustavo da Silveira "Gão"
4) 13- Luis Ferraz

STOCK 600cc – 2ª CORRIDA
1) 63-Mauricio Marques
2) 207-Daniel Mos
3) 970-Gerverson Oliveira "Déris"

SUPERSPORT MASTER – 2ª CORRIDA
1) 19-Paulo Foroni
2) 21-Franco Lopes
3) 52-Ruben Bosch

YAMALUBE R3 CUP
1) 36-Kaywan Freire
2) 14-João Vitor Carneiro
3) 12-Humberto Turquinho
4) 39-Enzo Valentim
5) 72-Yeray Ruiz

COPA HONDA CBR 500R
1) 90- Raphael Ramos
2) 88- Fábio Florian
3) 62- Fábio Florian
4) 91- Luiz Henrique "Luizinho"
5) 711- Mario Nicoli

HONDA JUNIOR CUP
1) 14-João Teixeira
2) 64-Saulinho Filho
3) 22-Brayann Ligeirinho
4) 17-Matheus Oliveira
5) 69-Raul Cerciari

SUPERBIKE ESCOLA
1) 25-Fábio Queiroz
2) 33-Luiz Bertoli
3) 889-Rafael Palmieri
4) 112-Junior Moises
5) 181-Everton Antonio Pires

SUPERSPORT ESCOLA
1) 598-Victor Simões
2) 75-Rodrigo Cesar "Batata"
3) 65-Raphael Motta
4) 69-Alexandre Livino
5) 121-Danilo Nicolas "Nico"

 

 

 

 

Heliar lança bateria de íons de lítio

 

 

A Heliar, marca líder em baterias para motocicletas, irá lançar no Brasil a Heliar Lítio, bateria de íons de lítio para veículos de duas rodas. A Heliar Lítio é até dez vezes mais durável do que a convencional de chumbo ácido, tem dois anos de garantia (a maior no mercado) e é cerca de 70% mais leve. A marca, que é líder no fornecimento para as montadoras, presente em 9 de cada 10 motos produzidas no Brasil, fará o anúncio desse lançamento no Salão Duas Rodas, que acontece em São Paulo entre os dias 19 e 24 de novembro.

A Heliar é a primeira fabricante de baterias de primeira linha a investir na tecnologia íons de lítio para motocicletas no Brasil. A Clarios, multinacional proprietária da marca Heliar, produz células de íons de lítio nos Estados Unidos desde 2009 e agora traz também essa tecnologia para as baterias de moto no Brasil. "Além da fábrica própria, a empresa conta com parceiros ao redor do mundo para suprir a demanda crescente pela tecnologia.  O produto lançado no Brasil será importado de um desses parceiros, que é um dos maiores produtores e exportadores da Ásia”, declara o diretor de Desenvolvimento de Negócios da Clarios, Nilton Ceolato.

Ceolato destaca que, com esse lançamento, a Heliar mantém o seu pioneirismo em trazer ao mercado o que há de mais inovador em tecnologias na questão de armazenamento de energia. "Percebemos que o mercado está caminhando a passos largos para a aplicação de baterias com tecnologia íons de lítio por conta dos benefícios como a maior durabilidade e o peso. Por isso já estamos oferecendo ao mercado essa bateria, que deverá ser cada vez mais buscada pelos consumidores”, afirma Nilton. A Heliar Lítio estará disponível no mercado de reposição no primeiro semestre de 2020.

Segundo Ceolato, o fato do peso ser menor traz vantagens para motociclistas que buscam alta performance, já que este fator contribui para atingir velocidades mais elevadas e de forma mais rápida. Além de também auxiliar na economia de combustível. As baterias Heliar Lítio terão as mesmas dimensões das outras baterias produzidas pela marca com tecnologia chumbo-ácido, podendo ser aplicadas em qualquer motocicleta.

Líder no mercado

A Heliar é líder no segmento de baterias para motocicletas no Brasil. A marca possui exclusividade no fornecimento de acumuladores de energia com as maiores montadoras do mercado, fazendo com que 9 entre cada 10 motos produzidas no Brasil saiam de fábrica com o selo Heliar.

A planta de produção de baterias de motos instalada em Sorocaba (SP) é a maior do setor na América Latina, com a fabricação de 2,8 milhões de baterias por ano.