Pró Moto Street 007 - Julho 2019

Pró Moto Street 007 - Julho 2019






Comunicar com qualidade aos leitores apaixonados pelas duas rodas. Este sempre foi nosso objetivo e desafio diários. Um trabalho constante de crescimento e conquista, que ao longo de 20 anos passou por várias transformações. 

A mais recente delas é a brusca dinimuição dos veículos de comunicação impressos, ou seja, os Jornais e as tradicionais Revistas especializadas. 

O desafio atual é levar a qualidade do conteúdo ao maior número possível de pessoas qualificadas, que tenham interesse de absorver o que há de melhor para quem pratica o motociclismo. 

Recentemente recebemos um convite de uma das agências de publicidade que presta serviços para a Honda Motos, e fomos até São Paulo, mais precisamente o edifício sede do Google. Durante um dia inteiro, os jornalistas especializados convidados receberam informações que podem ser úteis em neste novo relacionamento virtual com seus leitores. 

Pró Moto, que já é uma das publicações especializadas em motociclismo mais digitalizadas no Brasil, esteve presente, absorvendo ao máximo tudo que foi apresentado. Um dos pontos de destaque foi a apresentação do professor e palestrante Gil Girardelli (foto acima), que apresentou diversos exemplos sobre a importância que a adaptação aos novos tempos é importante, às mais variadas empresas pelo mundo afora.

Desde o dia do curso, estamos aplicando estes novos conceitos e acreditando que você esteja sempre ao nosso lado, pois é para você, nosso leitor, que este trabalho sempre existiu. Nossos agradecimentos à Honda e à Agência FBiz pelo convite. 

Fotos: Rafael Gagliano

 

 

 


A KTM não economizou em sofisticação e tecnologia na nova Duke 390. O modelo de média cilindrada da marca chama atenção por onde passa, e não é para menos. A cor laranja característica da marca, atraí os olhares para uma motocicleta com design exótico, com linhas retas inspirado na sua irmã maior KTM 1290 Super Duke R.

De perto é incrível a qualidade de cada item usado na motocicleta, todos os detalhes são de extremo bom gosto e passa uma sensação mais "premium”. Além do farol de LED, o painel é um item que chama bastante a atenção, um vistor TFT a cores de 5,2”, onde é possível conectar o seu smartphone via Bluetooth, através do app gratuito "KTM my Ride”. Infelizmente essa função se limita apenas a algumas funções de áudio, comandadas por uma espécie de "joystick”, que fica no punho direito, além de permitir que o piloto veja quem está ligando.

A função de navegação não está presente no pareamento, outro detalhe interessante é que o painel altera sua cor de acordo com a luminosidade. Possui bastante informações, odometro completo, indicador de marcha e até uma espécie de shift light incluído no indicador de RPM.

 

Ao subir na motocicleta fica claro a proposta "READY TO RACE”. Com o guidão mais alto e as pedaleiras recuadas, inclusive com ajuste de altura, você assume uma postura agressiva e imponente. No trânsito ela consegue ser tão rápida e ágil como na estrada, tudo isso graças a todo o conjunto da obra.

Compacta e veloz, acelera muito rápido graças ao seu motor de 373 cm³ com 44cv e 3,77 kgfm. Combinado com o seu novo acelerador eletrônico (ride-by-wire) e uma central eletrônica reprogramada, as respostas na tocada da motocicleta são lineares e a embreagem deslizante proporciona trocas mais suaves, senti o câmbio, de 6 velocidades, muito bem encaixado nas trocas.

O conjunto de suspensões é WP, com garfo invertido na dianteira de 43mm de diâmetro, sem ajustes e na traseira, o monoamortecedor fixado diretamente à balança de alumínio oferece ajuste na pré-carga e ganhou mola progressiva. Os freios também tiveram uma atenção especial pelos engenheiros da KTM, o disco dianteiro passou de 300 para 320mm, com pinça Brembo de quatro pistões e na traseira, disco simples com pinça flutuante.

Equipamento oferece uma frenagem eficiente para parar os 149kg a seco, que conta com sistema ABS, que pode ser desligado e possui a função "supermoto”, que deixa a traseira escorregar e evita deslizes na dianteira. Um toque apimentado na receita da motocicleta.

Confesso que demorei um pouco até conseguir me encaixar e sentir a vontade nela, é uma experiência de pilotagem no mínimo diferenciada. Em alta velocidade é um pouco estranho você carenar no tanque para melhorar a aerodinâmica, por ser bem compacta você precisa levar o tronco mais para trás e ocupando um pouco o banco do passageiro.

Na estrada sinuosa é onde você se diverte, por ser leve é fácil você colocar a moto onde você quer e retomar escutando o motor monocilíndrico girando alto.

Para quem quiser vivenciar toda a experiência laranja com uma moto de média cilindrada, o preço sugerido é de R$23.990, disponível nas cores laranja e branca.

 

 

 

A fabricante alemã surpreendeu ao mercado ao mostrar sua opção elétrica em estágio avançado de desenvolvimento. 

Há mais de 90 anos, o motor boxer de dois cilindros vem sendo um elemento fundamental da identidade da BMW Motorrad, tanto em termos tecnológicos quanto visuais. Porém, na medida em que o BMW Group busca cada vez mais soluções de eletrificação, surge a pergunta: como será o visual uma motocicleta elétrica da marca? A resposta está no conceito BMW Motorrad Vision DC Roadster, uma "naked" com propulsor elétrico e espírito emocional.

Com visual que remete ao icônico motor boxer, o novo propulsor elétrico e sua bateria tornam o conceito imediatamente reconhecível como um modelo da BMW, além de proporcionar alto nível de torque em todas as rotações e uma aceleração de tirar o fôlego, criando uma experiência dinâmica de tirar o fôlego.

Produzida com materiais de alta tecnologia como alumínio e fibra de carbono, a carroceria da motocicleta oferece uma geometria inovadora, com assento esportivo, frente baixa e a traseira curta e alta, que transmitem a sensação de agilidade. No lugar do tanque de combustível há uma estrutura tubular plana que abrange a carenagem. Já a grande bateria, com seus sistemas de resfriamento laterais, tem acabamento tridimensional que traz uma estética contemporâneo.

Ao ligar o motor elétrico, os elementos de resfriamento indicam que a moto está pronta para ser utilizada.

Dois recursos clássicos da BMW (eixo universal exposto e o garfo Duolever) foram reinterpretados nesse conceito, que traz um design minimalista arrematado com detalhes em vermelho e alumínio escovado, farol em LED com luz de condução diurna em forma de U, luz traseira composta por dois elementos LED em forma de C, integrados no suporte traseiro de alumínio, e, por fim, elementos fluorescentes nas laterais dos pneus que, além de aumentar a segurança à noite, criam em movimento um interessante efeito gráfico. 

O conceito BMW Motorrad Vision DC Roadster revela o futuro da marca de maneira autêntica e transparente, dialogando com a icônica estética da fabricante e pavimentando seu caminho para o futuro, na melhor tradição alemã.

 

 

Com uma frota de mais de 22 milhões de motocicletas em circulação no País, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), o equivalente a 22% do número total de veículos em circulação, os cuidados com as emissões de gases poluentes são essenciais para garantir a qualidade do ar e o controle da poluição também nos veículos de duas rodas.

O catalisador da motocicleta, localizado no sistema de escapamento, tem a função de converter até 98% dos gases poluentes, provenientes da combustão, como monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e hidrocarbonetos (HC) em substâncias inofensivas à saúde humana.

Ao contrário do catalisador automotivo aplicado nos veículos de passageiros, que, em geral, é constituído de um substrato cerâmico ou colmeia cerâmica, como é mais popularmente conhecido, os componentes para motocicletas têm substrato metálico, mais leve e resistente às vibrações - Miguel Zoca, gerente de Aplicação de Produto da Umicore, fabricante de catalisadores.

Ainda de acordo com o executivo, o catalisador para motocicletas tem dimensões reduzidas para uma melhor harmonização com o visual do veículo. O formato e a composição da peça são adequados às condições específicas da motocicleta, tornando o catalisador muito mais leve e de menor inércia térmica, aquecendo-se e esfriando-se mais rapidamente.

E o desempenho?

Os catalisadores para os veículos de duas rodas são desenvolvidos para gerar pequena contrapressão. A informação de que o catalisador compromete o desempenho das motocicletas não é verdadeira. A remoção do componente é infração grave e passível de multa, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

O recomendado é que, ao trocar o escapamento, seja por razões de durabilidade ou estética, o motociclista certifique-se de que o novo produto seja dotado de catalisador. Sem o uso do catalisador, as motocicletas emitiriam muito mais poluentes, piorando a qualidade do ar e a saúde da população.

 

 



 

 

Primeira moto Honda fabricada no Brasil, a CG 125 1976 tinha apenas 11cv de potência e partida somente no pedal. Outra curiosidade é que o câmbio tinha quatro marchas e todas eram engatadas para baixo, diferentemente das atuais, onde apenas a primeira marcha é para baixo, e as demais para cima.

 

 

Alimentado por carburador e com o poderoso acionamento do comando por varetas (OHV), o motor era capaz de levar a pioneira CG 125 a cerca de 90 km/h. Ela ganhou dos clientes e do mercado o apelido de "CG bolinha", em referência ao formato do tanque. Era leve: tinha apenas 94 kg.

A história da CG se inicia após 26 de outubro de 1971, data em que foi inaugurada a Honda Motor do Brasil Ltda., que naquela época trabalhava apenas com importação e distribuição das motos japonesas no Brasil. Três anos após, a empresa adquiriu um terreno de 1,7 milhão de metros quadrados em Sumaré - o mesmo local que, em 1997, passaria a produzir o automóvel Honda Civic - para a fabricação de motocicletas.

Com a proibição das importações, em 1976, começava a produção da moto nacional. Não no interior paulista, mas na Zona Franca de Manaus, onde a legislação permitia importar componentes sem pagamento de impostos. Tendo o "rei" Pelé como garoto-propaganda, nascia em novembro daquele ano a CG 125, uma moto urbana de mecânica simples. 

 

Este modelo foi fabricado até 1978, quando ganhou entre outras novidades o garfo telescópico na dianteira. Um exemplar em perfeito estado de conservação está disponível no Museu Honda, que tem acesso gratuito aos apaixonados por motociclismo. É só chegar e visitar, desde que seja aos sábados.

Sobre o Museu

Os amantes das duas rodas podem visitar o espaço aos sábados, na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo.

O museu conta com 58 motocicletas em exposição, desde a CG 125 1976 desta reportagem, passando pela CBX 750F 1986, até modelos mais recentes, como GL 1800 Goldwing Edição 40 anos e CBR 1000RR Fireblade Edição Comemorativa Marc Marquez.   

O Honda Fan Club nasceu em 2013, como um museu particular da Honda e vem, ano a ano, agregando novos modelos, por meio dos quais pode-se contar a história das duas rodas no País. A empresa está presente em solo brasileiro há 47 anos e, ao longo deste período, desenvolveu diversos modelos que marcaram época e fizeram parte da vida de milhões de brasileiros. Assim, nada mais justo do que proporcionar a experiência de reviver e conhecer essa história aos motociclistas e admiradores da marca - Leonardo Almeida, Gerente dos Centros Educacionais de Trânsito Honda.

Localizado nas dependências do Centro Educacional de Trânsito Honda de Indaiatuba (SP), o museu Honda Fan Club recebia visitas esporádicas, de alunos dos treinamentos de pilotagem oferecidos pela unidade e convidados em eventos e ações da marca.

"Queremos dar oportunidade para que mais pessoas conheçam o nosso museu. Para o atendimento ao público, preparamos uma estrutura acessível e um ambiente especial alinhado com a história dos modelos em exposição. Ficaremos muito felizes com a visita de todos”, completa Leonardo.

Horário: das 09h às 17h

Local: Alameda Comendador Dr. Santoro Mirone, 1460 - Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba - SP, 13347-300

Informações: (19) 3198-2615

Observações: as visitas são gratuitas e os visitantes serão atendidos por ordem de chegada. Local com acessibilidade.

 

Ela é ucraniana, tem 40 anos de idade e mesmo ainda com uma longa vida profissional pela frente, colocou em prática o sonho de muitos aventureiros e amantes de moto: percorrer o mundo a bordo de uma motocicleta.

Esta já é sua sua segunda volta seguida pelo mundo, desta vez incluindo o Brasil no roteiro. Por aqui ela busca desbravar novos trajetos e registrar momentos da cultura e paisagens brasileiras. 

A história de Anna e seu projeto "I have a dream” começou oficialmente em julho de 2013, quando decidiu deixar o emprego e percorrer o mundo sozinha com sua moto numa jornada de autoconhecimento e novas descobertas. Inicialmente, o objetivo era dar a volta ao mundo num prazo de dois anos. Mas o projeto tomou novas proporções e a pilota está prestes a completar nada menos que seis anos como viajante, sem retornar para sua casa.

O modelo de alta cilindrada utilizado por Anna Grechishkina permite conciliar a aceleração e o desempenho precisos no asfalto com a habilidade offroad que surpreende. A ucraniana conta com o apoio da matriz da KTM, na Áustria, desde o começo de seu projeto. Ela tem assistência técnica em todas as concessionárias KTM ao redor do mundo. Trata-se de uma aventura com dinamismo, alto desempenho, precisão e muito bem organizada.

Em sua primeira visita ao Brasil, no ano de 2016, Anna Grechishkina passou pelo Rio de Janeiro. Mas desta vez os planos são maiores. "Pretendo percorrer a costa brasileira até o Norte do país e de lá seguir para a Guiana Francesa e Suriname e, então, continuar o projeto na América do Norte. Dentre todos os continentes, a América do Sul é o meu favorito, onde me senti acolhida pelas pessoas e pelas culturas diversas”, afirma Anna.

Durante o trajeto, Anna se encarrega de registrar tudo em fotos e vídeos e publica suas impressões no blog que leva o nome de seu projeto autoral www.ihaveadreamtravel.info. Entre novas descobertas e percursos, ela também realiza palestras e treinamentos para transmitir sua experiência de viajante e o conhecimento que acumula sobre superação e empatia, além de todas as emoções vividas.

 

Aconteceu no final de junho mais uma edição da corrida Pé na Tábua – PNT, desta vez na cidade de Barra Bonita, interior de São Paulo. O evento tem como filosofia promover o encontro e o reencontro de alguns nomes do motociclismo nacional.

Quem se deu bem foi Marco Aurélio Matias de Carvalho, o "Marquinho do Cuca”. Afim de matar a saudade e a nostalgia em voltar para uma competição, ele entrou de cabeça no evento. A bordo de uma Honda CG 125cc ano 1980 (a competição era apenas para motos fabricadas até 1984), Marco reviveu momentos de muita alegria e adrenalina. Entre os 18 inscritos ele fez a melhor volta da prova e ainda venceu com vantagem de tempo a categoria Turismo. 

Sem palavras para expressar a alegria de poder competir novamente. Na verdade era uma grande confraternização, mas à partir da largada, o sangue ferve e a vontade de chegar na ponta é incontrolável! Muitas pessoas me apoiaram dentro e fora do evento e isto é o que importa. Competição e amigos, tá aí uma equação que nunca se esquece. Valeu! Marco "Véio”

 

"O intuito do PNT-Troféu Turismo, ou Tira Teima foi justamente arrebanhar os colecionadores de motos antigas do Brasil e promover um evento onde todos pudessem se confraternizar e andar com suas motos na pista. O evento é realizado desde 2014 e já é considerado a maior competição de motos antigas do Brasil. Além das 210 motos participantes que tivemos em todo o evento, nosso "bolo” teve muitas cerejas de destaque e o Marco Cuca foi uma delas. Ficamos felizes com a presença dele, da Rural anos 60 da sua família e da cachorrinha que ele trouxe como companhia. Foi legal!” frisou o organizador do evento, Tiago Songa.

Fotos: Eder B. Martins

 

 

As motos foram apresentadas durante o tradicional evento " Wheel & Waves Show " (rodas e ondas) que reúne as tribos das motos e do Surf em Biarritz na França.

 

A idéia principal da Honda foi convidar diferentes empresas que customizam motos na Europa, para que pudessem apresentar novas idéias, conceitos e inspirações durante o tempo em que a Honda se encontra no mercado mundial.

 

Alguns se focaram mais em estilos retros e outros mais em estilos modernos seguindo pinturas ousadas e já tradicionais utilizada pela marca. De fato todas são de tirar o folego, mas diz aí qual foi a sua preferida ?

      

 

 

Honda CB1000R Dirt Endurance

Customizador: VC Moto / País: Espanha

Algumas das modificações: - Traseira personalizada e pintada com o número 48 em japonês, em homenagem ao ano 1948 quando a Honda foi fundada

- Carenagem de inspiração nas café racer antigas

- Avanços desportivos e com a frase de Soichiro Honda "Improves the breed”.

 

Honda CB1000R "Monkey Kong”

Customizador: Mallorca Motos / País: Espanha

Algumas das modificações: - Tampas do motor com detalhe cromado com na Monkey original

- Detalhes em amarelo no farol, com friso cromado como na Monkey original

- Pintura inspirada na Monkey original

- Assento personalizado, semelhante à Monkey original

 

Honda Africa Four CRF1000R

Customizador: Brivermo Motors / País: Suíça

Algumas das modificações: - Tampa do assento do passageiro personalizada com assento original

- Proteções de motor

- Plásticos pintados ao estilo Africa Twin

 

Honda CB1000R-adical

Customizador: Gannet Design e Fuhrer Moto / País: Suíça

Algumas das modificações: - Manetes e protetores da Synto Evo

- Ponteira de escape Akrapovic

- Pintura tipo camuflada, à mão, feita por Walter Oberli

 

Honda CB1000R Black Edition

Customizador: 3C Motos / País: França

Algumas das modificações: - Pintura personalizada em três tons de preto

- Amortecedor monoshock traseiro em preto brilhante

- Placa decorativa e evocativa da versão Black Edition

 

Honda CB1000R "The Café Chic”

Customizador: Horizon Racing Vergy 95 / País: França

Algumas das modificações: - Pintura em vermelho "rebuçado”

- Rodas em raios inox

- Alumínio totalmente escovado

- Assento em castanho

 

Honda CB1000R "Monkey 1000R”

Customizador: Werther Honda / País: França

Algumas das modificações: - Tanque, quadro e suspensão dianteira em azul brilhante

- Farol em LED

- Ponteiras duplas da Arrow em posição elevada

 

Honda CB1000R "Alfredo”

Customizador: Hakuba Motos / País: Espanha

Algumas das modificações: - Pintada à mão em três cores com logótipo Freddie Spencer

- Tampa da embreagem com logótipo da Hakuba Motos

- Placas para número à frente e nas laterais

 

Honda CB1000R Limited Edition

Customizador: Honda Motor Europe / País: Itália

Algumas das modificações: - Pintura tricolor HRC

- Ponteiras SC-Project

- Peças em fibra de carbono da SC-Project

 

Honda CB1000R Dani Pedrosa

Customizador: Moto Macchion / País: Itália

Algumas das modificações: - Sistema de escape completo SC-Project GP em titânio

- Peças diversas da Rizoma

- Pintura derivada da Honda RC213V de Dani Pedrosa

- Assento da Race Seats

 

Honda CB1000R Neo Sports Café Endurance Team 

Customizador: National Motos / País: França

Algumas das modificações: Aro de rodas enraiadas em inox

- Pintura réplica da moto vencedora das 24 Horas de Le Mans em 2006

- Logótipo Honda clássico

 

A convite da Harley-Davidson do Brasil, eu me juntei com outros jornalistas especializados e fomos até o SENAI Ipiranga, na Capital Paulista, para um treinamento, onde aprendemos sobre as principais diferenças do seu novo motor Milwaukee Eight, que equipa os modelos Touring (A) e Softail (B) da marca norte-americana.

Quem nos orientou foi o professor Jeferson, um excelente profissional que com muita propriedade nos guiou na parte teórica e também na prática. Colocamos a mão na passa e desmontamos e montamos tanto o novo motor quanto o antigo, Twin Cam 103. 

Após a prática em cada motor, tivemos a certeza que a Harley se preocupou na manutenção desses novos propulsores, diminuindo a quantidade de peças. A principal diferença ficou por conta dos balanceiros, que estão mais práticos para desmontar e montar. Para quem não sabe, Balanceiros nada mais são do que contra pesos que auxiliam na diminuição da vibração do motor. 

O motor Milwaukee-Eight (B) foi trazido para os modelos da familia Softail, nas versões 107 e 114 e contam com dois balanceiros, enquanto os que equipam os modelos Touring possuem apenas um. Os contra pesos possuem marcas de sincronismo que devem ser observadas na montagem de cada motor. 

O novo motor Softail é montado rigidamente no chassi, ou seja, não possui coxins de borracha em sua fixação. Isso explica o motivo de possuir dois balanceiros ao invés de um. 

Outra novidade interessante é que agora os motores contam com 4 válvulas por cabeçote e comando único de válvula. 

Texto: Rodrigo Wood
Fotos: Divulgação Harley Davidson
 

Olá leitores da revista PRO-MOTO.,

Meu nome é Cicero Moro e faço parte atualmente da diretoria na empresa Comercial Motociclo localizada em Serra no Espírito Santo e filiais em São Paulo/SP e Itajaí/SC.

Estou muito contente em escrever aqui nesta coluna da revista pois o maior intuito será dividir com vocês as tendências, novidades, informações e lançamentos no mercado de duas rodas. Ano que vem a empresa vai comemorar 40 anos de mercado, nosso foco principal garantir a distribuição das principais marcas com excelência em qualidade e foco na logística para que os lojistas sempre tenham os melhores produtos para atender ao mercado no país.

Todos os anos fazemos importantes visitas junto aos fabricantes nos países Asiáticos pois é muito importante estar em pleno desenvolvimento de novos projetos ou produtos em conjunto, as feiras de moto também são um importante termômetro para medir e conhecer as novidades que chegam todos os dias, o mercado está em constante mudanças e é preciso acompanha-las para que estarmos antenados quanto futuros desenvolvimentos.

Nossas principais marcas (Allen, Helt, Rhino, KMC GOLD, Autotec, Kenda, Skyrich, Zoli e Nikki RIK) são responsáveis para serem aplicadas desde motos de 50 cc a 1000 cc no geral. No total são mais de 10 mil itens que unem a qualidade premium para a necessidade do motociclista.

Somos conhecidos por ser o maior fornecedor de nosso cliente, isso garante confiança ao mercado em tempos tão difíceis como os vividos atualmente na economia do país. Nossas marcas atravessam décadas, é um grande desafio trazermos sempre novidades capazes de diferenciar um produto dentre tantos outros no mercado.

" Crescendo Juntos ", este é o tema que temos em nosso espírito de família e competição dentro da empresa para levar a você usuário motociclista do mercado.

Atenciosamente.

Cicero Moro

 
 
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Muitos organizadores perguntam qual é o preço para divulgar a data de seu evento no Calendário do APP Pró Moto e depois colocar uma matéria nas Notícias.

A reposta é: NADA, não cobramos por isso.

Teremos o maior prazer em receber o banner de seu evento para colocarmos no Calendário e assim que o evento acontecer, estaremos no aguardo de um pequeno texto contando como foi, resultados (se for competição) e nos envie junto, as 10 melhores fotos, para colocarmos nas Notícias.

Se for conteúdo Off Road, envie para: (19) 97402-8512 Gustavo Narciso / (35) 98861-8860 ou para app@revistapro.com.br

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